domingo, 3 de agosto de 2008




Pela Janela

Fico em casa, pela janela observo o movimento das pessoas...
Da minha janela eu vejo as pessoas escondendo seus medos, pessoas disfarçando seus defeitos, e mesmo assim elas estão lá...
Eu estou aqui, atrás desta janela, que também me esconde, esconde meus medos, meus defeitos, meu corpo, minhas angústias, minha alma...
Ás vezes a janela me chama, eu finjo não ouvi-la, porém ela grita e eu corro debruçando-me sobre ela e vejo o que ela teima em me mostrar:
A vida lá fora...
O mundo girando e acontecendo...
Pessoas indo,
Pessoas vindo,
Pessoas brincando,
Lidando com seus medos e angústias...
Cantando,
Pessoas vivendo...
E eu?
Eu do lado de cá,
Presa no mundo que criei...
Do lado de cá,
Assistindo a vida passar!”
(Liliane Edmundo)

Um comentário:

Anônimo disse...

Meu único comentário,

É como uma pessoa pode ser tão contraditória em relação a vida, que quis jogar tudo para o alto em razão de uma aventura, e hoje parece não conseguir desfrutar da felicidade, que outro ser conseguiu.

O tempo é imutável nele se trás todos os erros e acertos para que se firme o futuro.

Hoje a vida segue tranquila, mesmo apesar de pequenas pedras no sapato, entender o amor sem possessão é a maior dádiva que um ser pode vir a ter na vida.
Gerar uma vida em uníssono de quando ambas as partes querem é a prova do mais puro e sincero amor que pode existir.
Pena que nem todos podem saber o verdadeiro significado disso.

Sorte tem aqueles que conseguiram almejar isso ao menos uma única vez na vida.
Triste para aqueles que nem com várias vidas conseguiu entender o seu significado.

Abençoado sejam os justos de bom coração, e desafortunados sejam aqueles que buscam infelicidade e discórdia quando os mesmos não almejaram a verdadeira felicidade.
AMÉM.